sexta-feira, 9 de julho de 2010

Em memória de mim

“Sofisticadas palavras traduzindo um vocabulário tão erudito quanto natural. Soa o sino da sofisticação, da cultura, quiçá do desejo de inclusão. Melhor assim à busca tresloucada do prazer carnal ou da vagabundagem não ocasional – porque nessa outra modalidade eu a prezo, pelos motivos de Aristóteles, com paixão. Minha mademoiselle é pura, quase um não-ser – mas poucos, diga-se, puderam vê-la assim -, e deseja gozar a ressaca da erudição, bem como, exigente, sentir o cheiro do capim orvalhado.”

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