sexta-feira, 25 de maio de 2012

Tributo a Clarissa


Hoje percebi Clarissa, mulher gentil e inteligente, e que, não posso omitir, deu-me a impressão primeira de viver em tempo e lugar não condizentes com seu ser. Para mim, ela é uma criatura extremamente inteligente e perspicaz, cujo potencial de pensar o mundo hiberna injustamente quando pensamos no legado em prol da Humanidade que ela poderia deixar, ainda que singelo possa ser.

Clarissa, a mim pareceu que, apesar disso, do potencial adormecido, e ela o sabe, é feliz. Vive na modernidade, que muito pouco com ela combina, requebrando-se para não cometer o crime hoje inafiançável e imprescritível, ao qual ela tem uma forte tendência, de não estar sociável quando lhe é necessário, tanto quanto respirar e dormir.

Ri ao observá-la, admirando-a, porque me recorreu que também a Idade Média não poderia ser seu tempo e lugar – certamente lhe seria pior, seria queimada viva em uma fogueira. Ri por ela ser quem eu percebi: sem um tempo e sem um lugar, mas existindo encantadoramente a sua maneira.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Consciência

"Lugar comum, que hoje me é estranho, mas que decido conquistar. A partir de hoje mudo o parâmetro para me encontrar nas ruas, nas cidades, por entre as pessoas, as folhas verdes e as flores roxas e amarelas - minhas preferidas -, sozinha ou acompanhada, feliz"